terça-feira, 20 de maio de 2014

Paranapiacaba, Ilusão De Ótica


A primeira vez que estive em Paranapiacaba foi no ano de 1992. Me lembro como se fosse hoje, cheguei na casa de um amigo e ali havia uma turma comentando sobre um passeio e acertando os preparativos, era um Sábado a tarde. Fiquei ouvindo a conversa, até que por fim me convidaram para ir também, pelo que estava ouvindo sobre o lugar não me animei muito em ir, mas como era um pessoal muito estima, me animei por eles. O Domingo chegou, houve alguns problemas relacionados em adentrar a trilha porque encontramos um outro grupo voltando falando que estavam assaltando as pessoas no caminho. Foram quase trinta minutos decidindo sobre o que fazer, e como ninguém estava com nada de valor, ( na época nem sonhávamos com celular ou coisas do gênero) decidimos seguir adiante, o outro grupo também se decidiu em nos acompanhar e seguimos a caminhada até o Poço Das Moças. Até ai tudo parecia perfeito, mas durante a caminhada de volta, me desmotivei em estar ali novamente e decidi não por mais o pés naquela trilha, foram quase quatro horas subindo, até chegarmos finalmente à estrada de paralelepípedo, ja chegando no fim da estrada de terra, na ultima curva resolvi olhar para trás, foi ali que tudo aconteceu e o coração balançou e eu pensei em meu coração:
-Tenho que estar neste lugar de novo!
E hoje ja não sei nem dizer quantas vezes que estive naquelas trilhas.

Esta foto foi tirada em uma destas muitas vezes, no ano de 1996. Costumava brincar dizendo que havia fotografado um jacaré, impressão causada pelas águas descendo da pedra. Este rio é formado pelas águas que descem do Poço das Moças.





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Breve Comentário

Minha foto
Comecei com meus primeiros escritos por volta de 1988. Uma forma que encontrei para traduzir uma parte de meus pensamentos e sentimentos, pondo para fora assim algumas questões de meu coração. No decorrer dos anos, os pensamentos foram modelados e o coração domado, inserindo assim a cada sentimento e a cada pensamento um tom mais poético. Aproximadamente em 1999 comecei a trabalhar em uma história, que a partir de 2004 passei a chama-la de “Universo” devido à grande semelhança do universo com a mente humana. Ambos são infinitos e se conhece pouco sobre eles. Em 2008, 20 anos após meus primeiros versos, lancei na XX Bienal Internacional Do Livro De São Paulo a segunda parte da saga “Universo”, intitulada como Lais Stone. Neste blog procuro compartilhar um pouco do que escrevo, versos e pensamentos, e alguns registros em fotos. Obrigado pela visita, e seja bem-vindo a esta Galáxia.