terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Muros







Olhando ao redor avistamos tantos muros
Que roubam a liberdade
E cercam os pensamentos
Aprisionando assim o ser em si mesmo
Amarrando suas asas e o impedindo de voar
O sentenciando a vagar pelas ruas de um labirinto
Por muitos anos, fazendo tantos planos
E gritando alto por acreditar ser livre

Mas, morrendo escravo
Descendente de um escravo
E provavelmente sendo antecedente 
De mais um novo escravo
Sem conhecer de fato o que é liberdade
E sem nunca provar
Da alegria de ser livre



Breve Comentário

Minha foto
Comecei com meus primeiros escritos por volta de 1988. Uma forma que encontrei para traduzir uma parte de meus pensamentos e sentimentos, pondo para fora assim algumas questões de meu coração. No decorrer dos anos, os pensamentos foram modelados e o coração domado, inserindo assim a cada sentimento e a cada pensamento um tom mais poético. Aproximadamente em 1999 comecei a trabalhar em uma história, que a partir de 2004 passei a chama-la de “Universo” devido à grande semelhança do universo com a mente humana. Ambos são infinitos e se conhece pouco sobre eles. Em 2008, 20 anos após meus primeiros versos, lancei na XX Bienal Internacional Do Livro De São Paulo a segunda parte da saga “Universo”, intitulada como Lais Stone. Neste blog procuro compartilhar um pouco do que escrevo, versos e pensamentos, e alguns registros em fotos. Obrigado pela visita, e seja bem-vindo a esta Galáxia.